COMO CRIAMOS

A imersão começa antes da viagem.
Começa no que vocês estão vivendo.

Antes de escolher uma cidade, a gente quer conhecer o grupo. O que está pegando? O que vocês já tentaram? Que conversas gostariam de ter e ainda não conseguiram?

Com isso em mãos, construímos a proposta. O polo, os interlocutores e os encontros entram pela contribuição que podem trazer a essas questões.

Uma mão organiza peças de vidro em um caminho de luz magenta, representando a construção de uma jornada

NA PRÁTICA

Tem coisa que uma conversa
faz acontecer.

01

Conhecer quem está fazendo

Entender as escolhas, as tentativas e o que deu trabalho. Perguntar o que faz diferença para vocês.

02

Pensar com outras pessoas

Ouvir uma experiência, discordar, contar como é na sua realidade. O grupo também traz muito repertório para a conversa.

03

Conectar com o que está nas suas mãos

O que disso tudo muda a forma de olhar para o desafio? O que vale investigar? O que vocês gostariam de experimentar?

UMA CONSTRUÇÃO COMPARTILHADA

Outras perspectivas.
O contexto de vocês.

O que a MD conecta

Curadoria, interlocutores e uma jornada ligada ao objetivo do grupo. Durante a experiência, a gente conduz, provoca perguntas e ajuda a conectar os pontos, conforme o escopo acordado.

O que o grupo constrói

Vocês trazem o conhecimento da própria realidade, colocam as ideias à prova e avaliam o que faz sentido levar adiante. As decisões e a aplicação seguem com vocês.

DO PRIMEIRO ENCONTRO AO FECHAMENTO

Primeiro, a gente escuta.

  1. 01

    Entender o momento

    Quem vem? O que essas pessoas estão vivendo? O que gostariam de explorar? A gente começa pelas questões do grupo e pelo que já foi tentado.

  2. 02

    Desenhar a experiência

    Conectamos essas questões a um polo e a uma proposta de encontros. Construímos o ritmo da semana, as oportunidades de troca e o escopo com vocês.

  3. 03

    Preparar o grupo

    Alinhamos objetivos, contexto e expectativas. Cada pessoa chega com sua experiência e com perguntas que podem alimentar a conversa.

  4. 04

    Viver e conectar

    Durante a imersão, conduzimos a jornada e ajudamos a relacionar o que aparece nos encontros à realidade de vocês. O grupo participa, questiona e constrói junto.

  5. 05

    Organizar o que levar adiante

    No fechamento, ajudamos o grupo a reunir o que descobriu e o que quer investigar ou experimentar. Na volta, as decisões e a aplicação seguem com vocês.

O desenho e as entregas de cada etapa ficam claros na proposta, antes de a experiência começar.

APRENDER TAMBÉM APROXIMA

Uma reunião tem hora para acabar.
E se vocês tivessem uma semana?

Para conhecer empresas, conversar sobre o que está mudando e entender o que cada um está tentando construir.

No caminho entre uma visita e outra, no almoço, numa ideia que continua depois do encontro, a conversa ganha tempo. Você começa a conhecer melhor o que preocupa aquele cliente, o que desperta sua curiosidade, o que ele quer fazer a seguir. E ele conhece vocês por outros ângulos também.

A gente desenha essa imersão com a sua empresa, considerando os interesses dos convidados e o que pode fazer essa semana valer a pena para eles. A curadoria combina aprendizagem e espaço para conviver. Momentos culturais e outras experiências também podem fazer parte da proposta.

Vamos pensar em quem você gostaria de reunir? ↗

ANTES DE COMEÇAR

Suas perguntas.
Respostas para decidir.

Entenda o que pode fazer parte de uma imersão e o que precisa ser definido na proposta do seu grupo.

36 perguntas

Sobre as imersões

O que a Mindset Disruption faz?

A Mindset Disruption (MD) cria imersões globais personalizadas para grupos. Conecta líderes, empresas e comunidades a pessoas, organizações e ecossistemas que podem trazer outras perspectivas para o que desejam compreender, desenvolver ou transformar.

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Para quem são as imersões da MD?

As imersões podem ser construídas para conselhos, executivos, lideranças, equipes, clientes estratégicos, parceiros e comunidades. O perfil dos participantes e a intenção de reunir essas pessoas orientam o conteúdo, os interlocutores e o ritmo da experiência.

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Posso participar individualmente ou preciso reunir um grupo?

O foco atual da MD é desenhar experiências para grupos. Os Programas MD, jornadas autorais, estão em preparação. Para consultar possibilidades de participação individual e futuras oportunidades, entre em contato; a presença de um destino no site não indica uma turma aberta.

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A imersão serve apenas para quem trabalha com tecnologia?

Não. O ponto de partida é a realidade do grupo. Os programas podem explorar inovação, gestão, negócios, relacionamento e questões de diferentes setores. O repertório dos participantes ajuda a definir os temas e a profundidade das conversas.

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Em que uma imersão difere de uma viagem de lazer?

A imersão tem um objetivo de aprendizagem e uma curadoria ligada ao contexto do grupo. Os encontros buscam compreender escolhas, práticas e desafios de outras organizações. Momentos culturais e de convivência podem compor a proposta, mas o programa é orientado pelas questões que o grupo quer investigar.

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Quais necessidades podem orientar uma experiência?

Transformar uma empresa em operação, descobrir referências que ainda não estão no radar, desenvolver lideranças, aproximar clientes estratégicos ou reunir uma comunidade são pontos de partida possíveis. O motivo pode ser outro: a primeira conversa existe para compreendê-lo.

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Destinos e curadoria

Em quais países a MD pode desenhar imersões?

Com parceiros globais e locais, a MD pode desenhar imersões para grupos em mais de 50 países. O mapa Explore o mundo apresenta possibilidades por destinos, setores e temas. A viabilidade de cada agenda é avaliada no desenho da proposta.

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Preciso chegar com o destino definido?

Não. Você pode chegar com uma cidade em mente ou apenas com um desafio. A MD relaciona o objetivo do grupo aos contextos que podem contribuir para a aprendizagem, antes de definir o destino.

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Uma imersão pode combinar mais de uma cidade ou país?

Sim, uma jornada pode conectar mais de um polo. A combinação depende da contribuição de cada lugar para o objetivo do grupo e da viabilidade do tempo, dos deslocamentos e da agenda.

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É possível combinar destinos, setores e temas?

Sim. A curadoria pode cruzar países, setores e temas. Uma mesma cidade pode fazer parte de experiências diferentes porque o perfil do grupo e as perguntas mudam.

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Quais atividades podem fazer parte da agenda?

Encontros com empresas, empreendedores, executivos, especialistas, universidades e centros de pesquisa podem compor a experiência, assim como visitas técnicas, conversas e momentos de troca do grupo. A seleção depende do objetivo, do destino e da disponibilidade e é detalhada na proposta.

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As empresas e instituições citadas no site são visitas garantidas?

Não. As referências ajudam a explorar possibilidades de curadoria. Um nome no site não garante visita, parceria ou presença de um interlocutor. Encontros, disponibilidade e condições são verificados para cada projeto; a proposta deve distinguir o confirmado do previsto.

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É possível combinar uma imersão com uma feira ou evento internacional?

Sim. A experiência pode ser desenhada em torno de um evento, com encontros e visitas antes ou depois. Datas, ingressos, acesso e atividades complementares dependem do escopo e da disponibilidade.

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Pode haver uma aula em universidade ou certificado?

Atividades em universidades e certificados podem ser avaliados no desenho do programa. Instituição, formato, condições e eventual certificação precisam constar da proposta. Não estão automaticamente incluídos em todas as imersões.

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Aprendizagem e participação

Como a experiência é conectada ao negócio do grupo?

A construção começa pelas questões do grupo. Durante a imersão, a condução usa perguntas e momentos de troca para relacionar o que aparece nos encontros à realidade dos participantes. No fechamento, o grupo organiza os aprendizados e o que deseja investigar ou experimentar.

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Qual é o papel da MD e qual é o papel dos participantes?

A MD estrutura a curadoria e a experiência conforme o escopo acordado e ajuda a conectar contextos, pessoas e ideias. Os participantes trazem o conhecimento do próprio negócio, perguntam, discutem e avaliam o que faz sentido para sua realidade. As decisões e a aplicação dos aprendizados pertencem ao grupo.

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Como o grupo se prepara antes da imersão?

A preparação alinha objetivos, contexto e expectativas para os encontros. O formato e os materiais de preparação são definidos na proposta. Os participantes podem trazer perguntas e experiências que contribuam para a conversa.

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É preciso falar inglês ou o idioma do destino?

As necessidades de idioma devem ser informadas no briefing. Tradução e interpretação são avaliadas conforme o destino e o formato dos encontros e só são consideradas incluídas quando previstas na proposta.

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A MD oferece acompanhamento depois da viagem?

O fechamento pode reunir descobertas e próximos pontos de investigação do grupo. Acompanhamento posterior, consultoria ou apoio à implementação não devem ser presumidos como parte da imersão: precisam ser combinados e descritos na proposta.

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A imersão garante resultados de negócio?

A proposta é ampliar referências e criar oportunidades de aprendizagem e conexão. Resultados como aumento de vendas, transformação da empresa, fidelização de clientes ou retorno financeiro não são garantidos. A aplicação depende das decisões e das condições de cada organização.

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Clientes e comunidades

Posso levar meus clientes estratégicos para uma imersão?

Sim. A experiência pode ser construída com a empresa anfitriã a partir dos interesses dos convidados. A curadoria combina aprendizagem e espaço para conviver, conversar e conhecer outros contextos em conjunto.

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Como a experiência pode contribuir para o relacionamento com clientes?

Passar alguns dias aprendendo e convivendo cria mais tempo para conversas do que uma reunião isolada. Visitas, trocas e momentos compartilhados podem ajudar anfitriões e convidados a conhecer melhor suas questões e interesses. Isso não representa garantia de resultado comercial.

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A MD desenvolve imersões para comunidades?

Sim. O tema, o destino e o formato podem ser construídos a partir dos interesses da comunidade. A participação do grupo e de quem o reúne contribui para definir uma experiência relevante para essas pessoas.

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Atividades culturais e recreativas podem fazer parte da experiência?

Sim, podem ser avaliadas como parte da proposta, em conjunto com a agenda de aprendizagem e o tempo de convivência. Atividades específicas, refeições e outros serviços devem ser confirmados no escopo; não são inclusões automáticas.

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Duração, grupo e operação

Qual é a duração de uma imersão?

A duração é definida conforme o objetivo, o destino, os encontros e o tempo disponível do grupo. Não há uma duração única para todos os projetos. Informe o período e a disponibilidade na primeira conversa, mesmo que ainda sejam estimativas.

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Existe um número mínimo ou máximo de participantes?

O tamanho do grupo e eventual mínimo de contratação são definidos por projeto, considerando o formato, o destino, os encontros e os custos envolvidos. O site não estabelece uma regra única de participantes para todas as experiências.

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Quem conduz e opera a experiência?

A MD atua com parceiros globais e locais na construção e na entrega dos programas. A equipe de condução, os responsáveis pela operação e as atribuições de cada parte são definidos na proposta.

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Mariane Dib acompanha todas as imersões?

A presença de Mariane Dib não é automática em todos os programas. Sua participação na condução é combinada conforme o projeto e deve estar expressa na proposta.

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Passagens, hotel, alimentação e transporte estão incluídos?

Não há uma lista única de inclusões para todos os programas. Passagens, hotel, refeições, transporte local, deslocamentos entre cidades, transfers e demais serviços precisam ser verificados na proposta. Um item só deve ser considerado incluído quando estiver descrito no escopo contratado.

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Como funcionam vistos, seguros e necessidades específicas dos participantes?

Exigências de viagem dependem do destino, das datas e do perfil de cada participante. A proposta deve esclarecer os serviços contratados e as responsabilidades das partes. Informe necessidades de acessibilidade, mobilidade, alimentação ou idioma desde o início para que sejam avaliadas com os parceiros; não presuma atendimento sem confirmação.

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Proposta e contato

Qual é o investimento e o que define o preço?

O investimento é apresentado em proposta personalizada. Destino, duração, tamanho do grupo, conteúdo, condução e serviços contratados compõem o desenho financeiro. Não existe um preço único publicado para todas as imersões.

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Como funcionam pagamento, alterações e cancelamento?

Condições de pagamento, prazos, alterações, cancelamento e eventuais custos associados devem ser conferidos na proposta e no contrato do projeto. Não presuma condições de outro programa como aplicáveis à sua experiência.

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Com quanto tempo de antecedência preciso entrar em contato?

Entre em contato assim que houver a intenção de reunir o grupo. A antecedência necessária depende das datas, do destino, dos encontros e da complexidade da agenda. Não há um prazo único de viabilização nem garantia de disponibilidade antes dessa avaliação.

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O que preciso informar para receber uma proposta?

Para começar, informe seu nome, e-mail, empresa ou organização, quem pretende reunir e o que deseja explorar. Se já souber, acrescente estimativa de participantes, período, duração e destinos de interesse. Você não precisa ter todas essas decisões prontas para iniciar a conversa.

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Enviar o formulário confirma a contratação ou reserva uma agenda?

Não. O formulário inicia o contato para entender a ideia. Contratação, valores, datas e reservas dependem da proposta, do acordo entre as partes e das condições do projeto.

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Como entro em contato com a Mindset Disruption?

Use o formulário Conversar com a gente ou escreva para mari@mindsetdisruption.com. Conte o que você busca e quem gostaria de reunir. As informações do formulário são usadas para responder ao seu contato.

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Sua pergunta é outra?

Conta para a gente o que você está imaginando.

Conversar com a gente ↗